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Excesso de brincadeira prejudica os programas de esporte

Depois do sucesso de Tiago Leifert, muitos resolveram achar que devem ser engraçados e se dar tão bem quanto ele. Alguns, como não poderia deixar de ser, já se quebraram pelo caminho. Outros continuam insistindo e as tentativas não param.

Vanessa Riche, por exemplo. Foi de um doloroso ridículo a sua brincadeira com os argentinos no "Abre o Jogo" do SporTV, na última quarta-feira (1), ao conduzir e concluir matéria do amistoso contra a Nigéria. Aquilo não se faz. Brincar é uma coisa, achincalhar é outra completamente diferente. Basta procurar no dicionário.

Está faltando o chamado limite. Saber onde termina a graça e onde começa a falta de respeito. E o mesmo se aplica à brincadeira da Glenda Koslowski, em chamada do novo "Esporte Espetacular", no intervalo do jogo, também na quarta-feira. Uma bobagem. Deixou o coitado do Tande, seu parceiro de cena, completamente constrangido. Esqueceram de combinar antes.

Buscar maior informalidade é até interessante, mas bom senso nunca deve faltar.

Flávio Ricco.

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