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Otávio Mesquita viaja para não ver estreia de seu programa

Otávio Mesquita, 51, não vai ver a estreia de seu novo programa, "Claquete".
O apresentador está em Capri, na Itália, de onde se comunica diariamente com a diretora da atração para saber se está tudo em ordem.
Ele até está gravando cenas para um quadro do programa, mas a viagem teve outra motivação.
"Toda vez que estreia um programa meu, eu viajo porque fico muito nervoso", contou à Folha, por telefone. "Eu não gosto de ver a estreia. É um jeito que eu tenho para poder dar sorte."
A atração vai mostrar festas, viagens e esportes como golfe, polo e automobilismo --tudo voltado para as classes mais abastadas.
"Com essa repaginada que eu dei [no antigo "A Noite É uma Criança"], ele passa a ser um programa mais sofisticado", diz Mesquita, que afirma não estar preocupado com a tendência de popularização das emissoras brasileiras.
Apesar disso, logo na estreia, vai lançar um concurso para encontrar o cachorro mais feio do Brasil. "Essa história é ótima!", defende.
O programa estreia na madrugada de hoje para amanhã, à 1h15, na Band.

Créditos Folha Online.

Confira à entrevista.

O que você está fazendo em Capri?
Otávio Mesquita - Toda vez que estreia um programa meu, eu viajo porque fico muito
nervoso. Eu não gosto de ver a estreia. É um jeito que eu tenho para poder dar sorte. Apesar de viajar, eu fico em contato direto com a minha diretora [Fernanda Ortiz]. Está tudo bem. A gente se fala quase que diariamente. Eu trabalho, só que fico administrando o programa daqui da Itália. E Capri é um lugar que eu gosto, é um lugar maravilhoso, agora está o maior verão aqui, então eu vim para cá encontrar a minha mulher.
Mas você está gravando matéria aí também?
Em função do programa, eu trouxe uma câmera minha, particular. Aí eu comecei a gravar um monte de coisa e acabei criando um quadro. A gente ainda está inventando um nome, mas a ideia é ser algo como "Claquete Amadora", porque eu vou pegar a minha câmera pessoal e gravar umas coisinhas para mim. Só que eu vou colocar no ar, porque tem coisas engraçadas. É um quadro que eu criei aqui na Itália.
Qual é a diferença entre o "Claquete" e os seus programas anteriores?
Eu acho que é uma repaginada que eu dei no "A Noite É uma Criança", que era mais jornalístico. Agora, o programa é mais social, mais focado em grandes eventos e grandes festas, vai ter mais viagens internacionais. Hoje, por exemplo, vai mostrar uma viagem que eu fiz ao Catar. Depois tem esse material da Itália que eu estou levando. Tenho uma colaboradora que trouxe material da África do Sul. Além disso, vai haver quadros sobre esportes especiais: vai ter golfe, polo e automobilismo.
E por que exatamente esses três esportes?
Primeiro que eu acho que o golfe é um esporte que está crescendo muito no Brasil. Eu estou investindo no golfe porque eu comecei a jogar e gosto muito. E, como ele vai ser olímpico pela primeira vez ,eu quero ajudar para que os brasileiros consigam ter um bom ranking. Eu considero um esporte em ascensão. Tudo no que eu acho que está crescendo, eu estou investindo. O golfe, assim como o polo e o automobilismo, ainda é considerado sofisticado, mas a minha ideia é transformá-los em um esporte com acesso a um público mais popular. A ideia é divulgar.
Então o programa é voltado para a classe A mesmo, como foi vendido?
Com essa repaginada que eu dei, ele passa a ser um programa mais sofisticado. Ele passa a ter festas, bastidores de teatro, cinema, televisão. Vou ter gastronomia, vou convidar um chef por semana para falar sobre isso. É uma revista de final de noite.
Isso não está na contramão de o que todas as TVs estão procurando, que é o público da classe C?
Aí é que está. Como está todo mundo indo para a popularização, eu estou começando a fazer o inverso. O meu público da madrugada quer saber de coisas legais. Então, eu estou aqui em Capri em um restaurante muito legal e já gravei algumas cenas aqui. A família real do Catar está com um barco enorme ancorado aqui e eu vou lá gravar amanhã. Essas coisas as pessoas têm curiosidade de conhecer. A minha ideia é essa.
E onde se encaixa o concurso de cão mais feio do mundo?
Essa história é ótima! Eu estava vendo na internet e devo colocar no ar um vídeo sobre o cão mais feio do mundo. E o cão mais feio do mundo é tão bonito! Esse cachorro que ganhou esse concurso nos Estados Unidos é praticamente o corcunda de Notre Dame. Eu achei ele tão bonito que vou criar um concurso igual no Brasil.

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