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Produção de remakes sempre dá uma discussão interessante

FLÁVIO RICCO
Colaboração de José Carlos Nery

Produzir remakes, dentro e fora da Globo, sempre foi motivo de controvérsia. Uma discussão boa e saudável. Se de um lado limita a capacidade de se buscar coisas novas, por outro oferece a oportunidade de apresentar algo inédito para determinada faixa de público.

O saldo, pelo menos até aqui, é positivo. Está aí “O Astro” para dirimir maiores ou menores dúvidas. Em 46 anos de produção, foram 12 casos de versões já conhecidas pelo público, assim distribuídas ao longo desse tempo: uma na década de 70, outra em 80, três nos anos 90 e sete entre 2.000 e 2.011. Um aumento bem considerável. Como fato em comum, todas acabaram dando certo, algumas até com repercussão maior que na primeira exibição.

Mas, além do Brasil, a questão também é debatida em outros países da América Latina. No México, em fevereiro de 2009, por exemplo, das 10 novelas exibidas pelo Canal de las Estrellas e Galavisión, emissoras que compõem o Grupo Televisa, nenhuma era uma história inédita. Por lá, dizem que os remakes são, na verdade, uma tendência de mercado.

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