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Bastidores do programa de Galisteu lembram linha de trabalho escravo

KEILA JIMENEZ
COLUNISTA DA FOLHA
 
Entre retalhos, zíperes, linhas coloridas e manequins, 12 pessoas trabalham em silêncio. Pouco se falam. Como formiguinhas operárias, trabalham trancafiadas em uma sala, sem contato com o mundo. Não têm acesso a televisão ou revistas.

Das 8h à meia-noite, costuram. Se não tivessem câmeras ao redor e não estivessem em um estúdio, podia ser este o cenário de mais uma denúncia de oficina de costura com trabalho escravo. Mas se trata dos bastidores do reality show "Projeto Fashion", comandado por Adriane Galisteu, que estreia no dia 17, na Band. A Folha acompanhou de perto um dia de gravação.
O programa é uma versão do americano "Project Runway" e segue a dinâmica do original.
Os participantes recebem um desafio, fazem uma roupa e a apresentam aos jurados em um desfile.
O melhor ganha imunidade para a semana seguinte, e o pior é eliminado.
Os concorrentes só não são filmados enquanto dormem. Até para ir ao banheiro têm a companhia da produção.
O mentor dos confinados é Alexandre Herchcovitch. Seu papel é orientar os trabalhos. "Faço perguntas para eles se questionarem, não dou sugestões baseadas no meu gosto", disse o estilista, que já se apegou aos candidatos. "Por enquanto tento fazer com que existam 12 vencedores. Mas sei que é impossível."

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