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Record bate o recorde em mudanças na programação em 2011

FLÁVIO RICCO
Colaboração de José Carlos Nery

Um modelo de programação que permita ao telespectador saber exatamente em qual faixa de horário irá encontrar determinado produto deveria valer como regra básica para todas as emissoras de televisão. Deveria. Mas essa estabilidade é virtude de poucas. Programas surgem e desaparecem, numa velocidade que beira a loucura.

A Record xerocou o modelo de programação da Globo, inclusive se valendo de títulos de programas bem parecidos, mas copiou e ultrapassou o SBT naquilo que o canal de Silvio Santos sempre teve de pior, a instabilidade da sua grade. Existem números para isso. O SBT, ao longo deste ano que ainda não acabou, realizou exatas 13 trocas, contra 28 da Record. O dobro e mais uma coisinha.

As mais drásticas, e como exemplos mais recentes, o fim do programa “Marcas da Vida” – sem ao menos comunicar a parceira Fremantle – e a redução da reprise de “A História de Ester” de 10 para 3 capítulos.

Atitudes que se caracterizam pela total falta de segurança e planejamento, com reflexos diretos na qualidade e no próprio resultado de audiência. Não tem como dar certo desse jeito.

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