sexta-feira, 23 de março de 2012

Crô vai deixar saudades. Mas pode voltar

Veja

Foi nos braços do público que Crô, o mordomo afetado e divertido de Fina Estampa, encontrou o alento para aguentar os ataques da patroa Tereza Cristina. Aos poucos, sua subserviência e dedicação faraônicas à perua má – chamada por ele de “Rainha do Nilo”, “Pitonisa de Tebas” e “Divina Isis” – , foram ganhando espaço na trama e no coração dos telespectadores. O jeito desmunhecado de arrumar o topete virou tique quando o autor Aguinaldo Silva percebeu que a dobradinha com o homofóbico Baltazar (Alexandre Nero) dava samba.

O motorista, inclusive, passou a ser apontado na reta final da novela como o preferido do público para ser o namorado misterioso de Crô. Desde o início da novela, Crô aparece vestido de quimono, em cenas românticas, na companhia de um homem com um escorpião tatuado no tornozelo. Como a relação estilo tapas e beijos com Baltazar é indício mais de uma paixão enrustida do que um namoro secreto, a lista de possíveis amantes de Crô cresce na mesma medida de sua popularidade fora da TV.

Seja quem for o dono da tatuagem de escorpião no tornozelo, cuja identidade pode nem ser revelada nesta sexta-feira, último capítulo da novela, o fato é que Crô já faz parte da galeria de personagens com lugar garantido na memória afetiva dos amantes de folhetins. O personagem agradou tanto o público que pode ganhar um programa especial de fim de ano na Globo.

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